Pelas vacinas sem alumínio

Campanha internacional de Saúde Pública

Os sais de alumínio estão reconhecidos como neurotóxicos, pelas mais altas autoridades sanitárias Francesas. Os alertas quanto aos efeitos secundarios graves, relacionados com a presença de sais de alumínio em numerosas vacinas foram lançados há mtuitos anos. A tomada de consciência cresce na população do mundo inteiro. É já tempo que esta exigência seja apoiada por todos quantos tomam consciência dos riscos ligados à vacinação, em termos de saúde pública.

Pelas vacinas sem alumínio

Recusamos o debate estéril que consistiria em ser « a favor ou contra as vacinas », e pelo qual se pretente vedar qualquer diálogo e reflexão.

Cada vez mais consciente dos alertas crescentes acerca da segurança de utilização de vacinas, a população só irá restabelecer confiança na política vacinal, se estas questões fundamentais de segurança sanitária, forem resolvidas com toda a transparência.

Quem somos nós?

Esta campanha pelas vacinas sem alumínio foi iniciada pela Associação Francesa E3M ( Entreajuda aos doentes de Myofesciite Macrofágica, uma patologia neurologica induzida pelos sais de alumínio, contidos em numerosas vacinas).
Esta página web, é uma síntese do site criado para apoiar a campanha. Se desejar fazer campanha igual no seu país, teremos o maior prazer em ajudá-lo(a).
>>> Contactar-nos

  • Juntos, lancemos um movimento popular forte

    A problemática do alumínio vacinal ultrapassa o combate das pesoas que dele são vítimas. É um risco planetário que a todos diz respeito. É sabida a força da indústria farmaceutica e da influência que exerce nas decisões políticas. Cabe-nos agir en conjunto!

  • Informar a População inteira

    A informaçao deve ser acessivel a todos quantos a procuram. A vacinação não pode escapar a este princípio democrático. Esta campanha visa dar conhecimento dos riscos com a presença de alumínio nas vacinas, com base na evolução dos conhecimentos cientificos

  • Encontrar financiamentos sustentados para a investigação

    Os financiamentos publicos sao demasiado aleatorios, em virtude do silêncio que envolve a problematica da segurança vacinal. Apenas uma mobilização em massa, permitirá desbloquear fundos suficicientes, para que os investigadores esclareçam todos, o mais cedo possível, de todas as consequências relacionadas com a presença de resíduos de alumínio pós-vacinal, no organismo.

PREÂMBULO

Os sais de alumínio estão reconhecidos como neurotóxicos, pelas mais altas autoridades sanitárias Francesas.
Inúmeras patologias poderiam ser-lhe imputaveis, segundo o Professor EXLEY (GB), expelcialista de renome, da toxicidade do alumínio1 : Alzheimer, Parkinson, Crow, Sarcoidósia…

O alumínio começou a ser utilizado como adjuvante em vacinas, em 1926. Em virtude da sua toxicidade esperava-se que provocasse uma forte reacçao do sitema imunitario, e que por essa razao aumentasse a eficacia da vacina; contava-se que fosse rejeitado por via unrinaria em 2 a 3 semanas.
Infelizmente, esta hipotese nunca se confirmou2. Os alertas quanto aos efeitos secundarios graves, relacionados com a presença de sais de alumínio em numerosas vacinas foram lançados há mtuitos anos. Podem decerto, ser contestados, é o principio proprio de qualquer processo cientifico. Mas atendendo a que esse alertas são lançados por investigadores, cujo profissionalismo é indiscutivel, devem ser vistas com particular cuidado, por parte das autoridades sanitárias.
Porém, não tem sido assim.

Pelo contrário, confrontamo-nos a uma oposição por parte dos peritos ou dos responsaveis da Administração Sanitária, e à demissão das autoridades públicas, na maior parte dos paises do Planeta. Em suma, é proibido levantar dúvidas acerca deste adjuvante, o que, está em contradição com o espirito científico por não se dever considerar os conhecimentos como dogmas inalteráveis.

No âmbito científico, ético e político, isto é inaceitável.

Uma doença neuromuscular, esta já claramente reconhecida como induzida pelos sais vacinais de alumínio: A Myofesciite Macrofágica (MFM). O estudo desta doença permitiu à ciência progredir rapidamente.

Até agora, os doentes atingidos de Mifeciite Macrofágica encontravam-se em primeira linha para alertar ou requerer a disponibilização de vacinas sem alumínio. A tomada de consciência cresce na população do mundo inteiro. É já tempo que esta exigência seja apoiada por todos quantos tomam consciência dos riscos ligados à vacinação, em termos de saúde pública.

É por essa razão que lançamos a Campanha.

CIENTISTAS INTERNACIONAIS TESTEMUNHAR SOBRE TOXICIDADE DE VACINAS DE ALUMÍNIO

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